𝐆𝐞𝐬𝐭ã𝐨 𝐟𝐫𝐚𝐜𝐚𝐬𝐬𝐚 𝐞 𝐩𝐫𝐞𝐬𝐢𝐝𝐞𝐧𝐭𝐞 𝐞 𝐯𝐢𝐜𝐞 𝐝𝐨 𝐁𝐚𝐫𝐚ú𝐧𝐚𝐬 𝐝𝐞𝐯𝐞𝐦 𝐫𝐞𝐧𝐮𝐧𝐜𝐢𝐚𝐫



Vivendo ano intenso, mesmo longe dos gramados, o Baraúnas deve realizar novas eleições bem antes do planejado. Sem poder de articulação, a gestão Jerônimo/Bárbara, eleita no dia 14 de janeiro passado, naufragou no atracadouro.

A imaturidade da nova gestão, talvez misturada a uma dose de vaidade, que levaram a tomada de decisões precipitadas, de acordo com testemunhos, deixaram a diretoria isolada, sem o apoio do grupo que a indicou e a elegeu com totalidade dos votos havia apenas um mês. Como consequência, o grupo se desfez. Faltou polidez, sobretudo ao presidente, garantem os colaboradores recém dispersos. A coisa ficou insustentável e a renúncia está para ocorrer a qualquer momento. A partir disso, uma nova eleição deve ser convocada e, dessa vez, quem indicou de forma precipitada a atual diretoria para sua meteórica gestão, deve optar por pessoas mais experientes.

Para tão importante projeto de reestruturação de um clube de massa e sua preparação para a volta aos gramados, não cabe laboratório. Disso, também depende a reunificação do grupo responsável (financeira e administrativamente), para evitar que todo o trabalho feito até aqui, seja em vão. E antes que alguém deslize no absurdo da saudade de uma era negra, também não há espaços para retrocessos.

Entre as atitudes da presidência do Baraúnas que requer justificativa, está o encerramento da conta corrente aberta pelo clube na Caixa Econômica Federal para movimentação financeira da instituição. Agora, sem grupo colaborador e nem conta para recolher as contribuições, a situação piora.

O nome do novo gestor do Baraúnas está entre Josivan Barbosa e Marcos Maia, tricolores que já fazem parte do quadro de sócios do Leão.

Fábio Oliveira/F9.net.br

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